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Delegado analisa pedir exumação do corpo de mulher que morreu após lipo.

  • Foto do escritor: Estadão Goiano
    Estadão Goiano
  • 5 de jan. de 2017
  • 1 min de leitura

Diante de divergências em depoimentos, o delegado Manoel Borges de Oliveira disse que pode pedir a exumação do corpo da empresária Michelle de Souza Pires, de 30 anos, que morreu após passar por cirurgias plásticas em Goiânia. Ele afirmou que o procedimento seria realizado para sanar dúvidas sobre questões levantadas pela família da vítima em relação às operações. A defesa do médico Pablo Rassi, responsável pelas intervenções, contesta as alegações.

Conforme Oliveira, a mãe de Michelle, Cleide de Souza, disse que a filha, além da lipoaspiração e da abdominoplastia, também fez um enxerto de gordura nos glúteos. Ela crê que isso pode ter contribuído para a morte. O delegado destacou que Rassi não citou a situação durante sua oitiva na delegacia.

"Não descarto a possibilidade de uma possível exumação. Se houver controvérsia [nos depoimentos] e se for necessário, vou fazer para a investigação e esclarecimento dos fatos", disse o delegado.

 
 
 

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