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Polícia Civil de Picaranjuba prende mais dois vigilantes penitenciários temporários.

  • Foto do escritor: Estadão Goiano
    Estadão Goiano
  • 31 de mai. de 2017
  • 2 min de leitura

No dia 06 de maio deste ano, por volta das 17:15 horas, 13 presos fugiram da Unidade Prisional de Piracanjuba. Após ter sido recapturado e ouvido um dos fugitivos e depois de ter realizado diversas diligências, a PCGO deflagrou a FASE I da OPERAÇÃO GAIOLA FECHADA, efetuando, no dia 10 de maio, as prisões preventivas de dois vigilantes penitenciários temporários da Unidade Prisional desta Cidade, indiciando-os, posteriormente, pela prática dos crimes de corrupção passiva circunstanciada, facilitação de fuga de presos, favorecimento real impróprio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, bem como tendo indiciado dois presos.

Ocorre que, no decorrer das investigações, veio à tona verdadeiro esquema criminoso que estava ocorrendo na Unidade Prisional, tendo sido instaurado novo inquérito policial que apurou a ocorrência de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, tráfico de drogas, prevaricação, furto qualificado e favorecimento real impróprio.

Diante de tal situação, a Polícia Civil de Piracanjuba, coordenada pelo Delegado de Polícia Tommaso Leonardi, representou pelas prisões preventivas de Mirelle da Silva Correia e Fabrício Rocha Cavalcanti Lemos, Vigilantes Penitenciários Temporários, tendo sido cumpridas no dia de hoje.

Fabrício e Mirelle estão sendo investigados pela prática de corrupção passiva, prevaricação, favorecimento real impróprio e tráfico de drogas, tendo sido apurado que ambos repassavam drogas, celulares, objetos e lanches para os presos em troca de dinheiro.

Em cumprimento a mandado de busca e apreensão foram encotradas, ainda, diversas munições de calíbre 12, 32 e 38 na residência de Fabrício, motivo pelo qual ele foi preso em flagrante pela prática do crime de posse ilegal de arma de fogo.

A operação contou com o apoio da Equipe GORE e da Inteligência/SEAP. As prisões preventivas dos investigados são necessárias para garantir a ordem pública e a não interferência na instrução criminal.

 
 
 

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