Policial perde parte de dedo após ataque de piranha no Lago Corumbá, em Caldas Novas.
- Estadão Goiano
- 2 de abr. de 2018
- 2 min de leitura

Um policial rodoviário federal de 35 anos perdeu parte do dedo mínimo do pé esquerdo após um ataque de piranha no Lago Corumbá, em Caldas Novas, no sul de Goiás. Diogo Lucindo afirma que não havia placas com alertas para banhistas no local, nas proximidades da casa da ex-prefeita Magda Moffato.
O G1 procurou por e-mail assessoria de Furnas, responsável técnica pelo lago – que está vinculado à Usina de Corumbá – às 12h, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem. O incidente aconteceu no sábado (30). “Estávamos em cinco casais em uma lancha. Eu e um amigo decidimos mergulhar. Em menos de cinco minutos senti o puxão e notamos o movimento delas [piranhas]. Parecia ser um cardume pequeno, umas seis ou oito. Assim que uma me pegou, a gente subiu no barco para voltar”, conta.
Diogo diz que procurou três guarda-barcos e todos afirmaram desconhecer que aquele ponto fosse de ataque de piranhas. O secretário de Comunicação da cidade, João Paulo Teixeira, informou que os quatro pontos de banho público são sinalizados e que este onde ocorreu o ataque é particular, ligado a um clube.
O gestor disse ainda que esta época do ano é crítica: é quando ocorre a reprodução dos peixes. Na cidade existem duas espécies, a amarela e a vermelha. Ambas são carnívoras.
O policial rodoviário federal foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, onde recebeu um curativo e medicamento direto na ferida. Ele disse que a equipe médica que o atendeu afirmou não ser necessário tomar medicação oral contra infecção, mas o afastou do trabalho por duas semanas porque ele vai ficar esse período sem poder usar sapato fechado. Coturno é parte do uniforme dele.









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