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Operação da PF para desarticular organização de tráfico internacional de droga é realizada em Goiás.

  • Foto do escritor: Estadão Goiano
    Estadão Goiano
  • 10 de jun. de 2020
  • 2 min de leitura

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (10), na Bahia e em Goiás, a Operação Ikaro, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas. No total, 40 policiais federais cumprem sete mandados de prisão (seis preventivas e uma temporária), e sete mandados de busca e apreensão em Salvador e no estado de Goiás, todos expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária.


Até o fim da manhã, seis pessoas tinham sido presas na Bahia: três homens e três mulheres - dois deles eram mãe e filho e foram presos em um condomínio no bairro do Imbuí.

Dos seis presos, cinco eram responsáveis pelo aliciamento, por providenciar passaporte e também dinheiro.

Já a sexta pessoa, um homem de 34 anos, presa em uma casa de luxo em Buraquinho, bairro de Lauro de Freitas, foi apontada como o líder da quadrilha. Ele já responde, em liberdade, por homicido e tráfico de drogas.

Apesar de não apresentar resistência durante a prisão, o homem tentou esconder documentações dos policiais. Na casa, foram achados R$ 25 em espécie, colete a prova de balas, revólver, além de um carro. Todos os seis presos deverão ser levados para o sistema prisional ainda nesta quarta. Segundo a PF, o modus operandi principal da organização era a utilização de "mulas" para transporte de cocaína para a Europa, por via aérea, escondida nas bagagens. Ainda de acordo com a PF, entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, foram realizadas sete prisões em flagrante nos Aeroportos Internacionais Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, e Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.Na maioria dos casos, se tratava de casais tentando transportar cocaína para Lisboa de forma oculta em suas malas.

Foi a partir da semelhança do modo de atuação que fez com que a PF identificassem que se tratava de uma mesma organização criminosa em todos os casos. A polícia pontuou que todos integrantes estão sendo alvo das medidas judiciais cumpridas nesta quarta.

Além disso, a PF pontuou que, durante as investigações, foi apurado que cada “mula” recebia aproximadamente 15 mil reais, caso o transporte fosse feito com sucesso. Isso gerava um lucro superior a meio milhão de reais para a organização criminosa, dependendo da quantidade de droga transportada.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de organização criminosa e tráfico de drogas.

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