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Revista Exame reconhece que fez "fake news", altera reportagem e isenta Presidente Bolsonaro

  • Foto do escritor: Estadão Goiano
    Estadão Goiano
  • 31 de out. de 2021
  • 1 min de leitura

Jair Bolsonaro apresentou uma retratação feita pela revista Exame, sobre uma matéria publicada pela mesma e repercutida por ele, em sua live da quinta-feira retrasada (21), que acabou levando à retirada do vídeo do ar, sob a acusação de fake news.


A reportagem da Exame foi publicada em 20 de outubro de 2020 com o título “Algumas vacinas contra a covid-19 podem aumentar o risco de HIV”, e tinha como base um estudo da respeitada revista científica The Lancet, também de outubro de 2020.


Jair Bolsonaro apresentou uma retratação feita pela revista Exame, sobre uma matéria publicada pela mesma e repercutida por ele, em sua live da quinta-feira retrasada (21), que acabou levando à retirada do vídeo do ar, sob a acusação de fake news.


A reportagem da Exame foi publicada em 20 de outubro de 2020 com o título “Algumas vacinas contra a covid-19 podem aumentar o risco de HIV”, e tinha como base um estudo da respeitada revista científica The Lancet, também de outubro de 2020.


No último domingo (24), a Exame reconheceu que havia publicado o conteúdo e induzido ao erro e, desde então, já fez quatro alterações no conteúdo original e também no título.


Mesmo sob ataques da velha mídia, Bolsonaro reconheceu a retratação e elogiou a iniciativa da Exame, em sua última live, na quinta-feira (28), “colocando uma pedra” sobre o assunto.


O fato, entretanto, leva a pensar sobre o motivo que levou o presidente a ser acusado de fake news por ter repercutido uma reportagem, sendo que a mesma, publicada e disponível para quem quisesse ler, por um ano inteiro(!), conseguiu passar isenta da análise dos “checadores”.



 
 
 

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